Seguindo a cartilha de discos como "Kerplunk" e "Dookie" do Green Day (principalmente), "Punk Rock Confidential" do The Queers e "Jump Salty" do Pinhead Gunpowder, o Flanders 72 de São Leopoldo/RS é mais um power trio que carrega a bandeira da escola 1994 de se fazer punk rock.
Letras em inglês e todo um conceito de banda americana acompanha o produto, o que faz sentido quando se ouve o som, tipo exportação, da melhor qualidade.
Dezesseis pérolas de poucos acordes, um ode ao punk rock melódico 90s, e claro, aos Ramones, o motivo da existência disso tudo.
Não é nada novo, pelo contrário, mas ainda soa fresco. É juventude e energia em pop songs rudes. O Holly TREE fez isso em 1999, outros fizeram depois e o espirito vai se renovando.
Talvez pela descentralização geográfica, ou a molecada de hoje que ouve bandas ruins, mas ainda me parece absurdo que uma banda bacana e de poder pop como o Flanders 72 não tenha reconhecimento entre os "scene kids". Ainda dá tempo de consertar, ouça-os aqui.
Letras em inglês e todo um conceito de banda americana acompanha o produto, o que faz sentido quando se ouve o som, tipo exportação, da melhor qualidade.
Dezesseis pérolas de poucos acordes, um ode ao punk rock melódico 90s, e claro, aos Ramones, o motivo da existência disso tudo.
Não é nada novo, pelo contrário, mas ainda soa fresco. É juventude e energia em pop songs rudes. O Holly TREE fez isso em 1999, outros fizeram depois e o espirito vai se renovando.
Talvez pela descentralização geográfica, ou a molecada de hoje que ouve bandas ruins, mas ainda me parece absurdo que uma banda bacana e de poder pop como o Flanders 72 não tenha reconhecimento entre os "scene kids". Ainda dá tempo de consertar, ouça-os aqui.
Enviado por Wladimyr Cruz em 21/06/2012 (Quinta-feira), 03:21























