Uma grata surpresa é a audição do primeiro álbum das meninas da banda americana Cherri Bomb, This Is The End Of Control. E, nesse caso, chamá-las de meninas faz justiça à realidade: Julia Pierce, vocal e guitarra-base, tem 15 anos, mesma idade de Nia Novelis, a baterista. Completam o line-up Miranda Miller, 16 anos, e a caçula, a baixista Lena Lovelis, de 14 anos.
Depois de lançar o EP Stark, em outubro de 2011, as garotas tocaram em vários festivais de peso como T in The Park, Oxegen e Reading. Além disso, abriram shows para Foo Fighters e Smashing Pumpkins, dentre outros, tendo sido muito elogiadas por essas bandas. E também contaram com a ajuda da ex-baterista do Hole, Samanta Mahoney, que as empresariou. Mas o que impressiona é a consistência e a qualidade com que as garotas do Cherri Bomb chegam ao primeiro disco. Em pouco mais de meia hora de som, as garotas trazem várias músicas que vão grudar no ouvido do público adolescente que realmente curte rock and roll de verdade. A vinheta de abertura, Take This Now, já é uma espécie de carta de intenções da banda (De forma alguma / Não / Nunca / Não me diga o que fazer). Elas estão no controle agora. Better This Way (Eu vou admitir que sinto falta do seu rosto / Mas é melhor assim / Melhor assim), tem um riff muito bem trabalhado, com notas em escala crescente, já impressionando pela técnica demonstrada tão precocemente pelas meninas. Boas influências rock and roll permeiam todo o disco. Raw Real lembra muito The Unforgiven, do Metallica. A balada Too Many Faces traz um órgão no início, num clima bem U2 em Where The Streets Have No Name. Let It Go tem uma levada bem Foo Fighters. O riff mais grave de Sacrificial Lamb traz as garotas flertando com o profano, com letra que fala em um ritual de sacrifício. Drawing a Blank, traz um riff bem acelerado, pra bater cabeça e cantar junto, lembrando as Sahara Hotnights de Kiss and Tell. Outros bons momentos são Papper Doll, canção de levada setentista, com as guitarras no comando, e Hold On, com riff simples, mas pegajoso, encerrando o disco e deixando um gosto de quero mais.
E claro que as garotas estão aprendendo, crescendo em público, com uma longa estrada a percorrer. Se elas serão as novas Runaways, ou as novas Donnas, só o tempo vai dizer. O que se pode dizer hoje é que as meninas do Cherri Bomb começaram bem no caminho do bom e velho rock and roll, sem nenhuma dúvida.
Depois de lançar o EP Stark, em outubro de 2011, as garotas tocaram em vários festivais de peso como T in The Park, Oxegen e Reading. Além disso, abriram shows para Foo Fighters e Smashing Pumpkins, dentre outros, tendo sido muito elogiadas por essas bandas. E também contaram com a ajuda da ex-baterista do Hole, Samanta Mahoney, que as empresariou. Mas o que impressiona é a consistência e a qualidade com que as garotas do Cherri Bomb chegam ao primeiro disco. Em pouco mais de meia hora de som, as garotas trazem várias músicas que vão grudar no ouvido do público adolescente que realmente curte rock and roll de verdade. A vinheta de abertura, Take This Now, já é uma espécie de carta de intenções da banda (De forma alguma / Não / Nunca / Não me diga o que fazer). Elas estão no controle agora. Better This Way (Eu vou admitir que sinto falta do seu rosto / Mas é melhor assim / Melhor assim), tem um riff muito bem trabalhado, com notas em escala crescente, já impressionando pela técnica demonstrada tão precocemente pelas meninas. Boas influências rock and roll permeiam todo o disco. Raw Real lembra muito The Unforgiven, do Metallica. A balada Too Many Faces traz um órgão no início, num clima bem U2 em Where The Streets Have No Name. Let It Go tem uma levada bem Foo Fighters. O riff mais grave de Sacrificial Lamb traz as garotas flertando com o profano, com letra que fala em um ritual de sacrifício. Drawing a Blank, traz um riff bem acelerado, pra bater cabeça e cantar junto, lembrando as Sahara Hotnights de Kiss and Tell. Outros bons momentos são Papper Doll, canção de levada setentista, com as guitarras no comando, e Hold On, com riff simples, mas pegajoso, encerrando o disco e deixando um gosto de quero mais.
E claro que as garotas estão aprendendo, crescendo em público, com uma longa estrada a percorrer. Se elas serão as novas Runaways, ou as novas Donnas, só o tempo vai dizer. O que se pode dizer hoje é que as meninas do Cherri Bomb começaram bem no caminho do bom e velho rock and roll, sem nenhuma dúvida.
Enviado por Paulo Ricardo Schwin em 29/06/2012 (Sexta-feira), 07:30























