Apesar de desgastado, o filão new metal/metalcore continua produzindo bandas aos montes, muitas delas desaparecem tão rápido quanto surgem, o que acaba sendo uma constante em modismo/gêneros musicais em evidência, ainda mais se tratando da "era digital" onde a música é tratada cada vez mais como um produto, inclusive com data de validade, porém o quinteto paulista Project46 se destaca em meio á multidão.
Com produção a cargo de Adair Daufembach (Hangar, Ponto Nulo no Céu),"Doa a quem doer", 2° registro da banda traz 12 petardos e compõe um album forte, moderno e extremamente bem finalizado, desde á arte da bolachinha ao esquema de "baixe e pague com um tweet", que mostra uma banda com visão de mercado e comtemporânea aos novos meios de distribuição.
Instrumental bastante técnico e acima da média (com destaque para os trabalhos do baterista Henrique Pucci que faz seu kit soar como um trator), ótimas letras em português -o que alias surpreende pela proposta musical da banda, muito mais próxima do mercado e público americanos- o album oscila entre momentos mais hardcore como em "Impunidade" e "Violência gratuita", uma intervenção acústica em "#46", e uma grande canção de trabalho: "Capa de jornal". Resumindo, pouca diversidade, mas acerto na proposta com tudo que agrada os fãs do gênero. Breakdowns, contra tempos, efeitos aqui e acolá e berros aos montes. Se você é amante do estilo, vale a pena conhecer o trabalho dos garotos.
Com produção a cargo de Adair Daufembach (Hangar, Ponto Nulo no Céu),"Doa a quem doer", 2° registro da banda traz 12 petardos e compõe um album forte, moderno e extremamente bem finalizado, desde á arte da bolachinha ao esquema de "baixe e pague com um tweet", que mostra uma banda com visão de mercado e comtemporânea aos novos meios de distribuição.
Instrumental bastante técnico e acima da média (com destaque para os trabalhos do baterista Henrique Pucci que faz seu kit soar como um trator), ótimas letras em português -o que alias surpreende pela proposta musical da banda, muito mais próxima do mercado e público americanos- o album oscila entre momentos mais hardcore como em "Impunidade" e "Violência gratuita", uma intervenção acústica em "#46", e uma grande canção de trabalho: "Capa de jornal". Resumindo, pouca diversidade, mas acerto na proposta com tudo que agrada os fãs do gênero. Breakdowns, contra tempos, efeitos aqui e acolá e berros aos montes. Se você é amante do estilo, vale a pena conhecer o trabalho dos garotos.
Enviado por Dino Cash em 30/06/2012 (Sábado), 02:51























