Lançado através da Graphite Records em março desde ano, o segundo álbum da banda britânica LostAlone, "Im a UFO in this city", tem sido elogiado por bandas de grande reconhecimento, como 30 Seconds to Mars e My Chemical Romance. Aliás, Gerard Way atuou como produtor executivo do disco, que conta com 11 canções em sua versão simples (ou 15 na versão delude).
O trio composto por Steven Battelle (vocal e guitarra), Alan Williamson (guitarra base e backing vocals), e Mark Gibson (bateria, percussão e backing vocals) apresenta um som marcante pela sua força e jovialidade, sem torná-los clichês ou cansativos. As faixas são interessantes desde os primeiros segundos, o que nos prende não somente à música atual, mas também à curiosidade pelas que estão por vir. A própria faixa inicial, "Obey the rules you lose", já serve como uma pequena amostra do que podemos esperar no restante do CD: melodias e letras que, junto da voz incomum de Battelle, tornam a vontade de cantar junto muito difícil ser contida.
"Uforia (The Dark)", "Vesuvius" e "The Downside of Heaven Is the Upside of Hell" são alguns dos exemplos que mostram com clareza uma das grandes façanhas do grupo: reunir canções diversificadas e bastante singulares. Ainda assim, a sonoridade do álbum está impregnada com as características da banda (e do estilo que seguem) o instrumental post-harcore, com refrões grudentos que dificilmente entediam. Para aqueles que se permitem gostar da banda é comum dizer que é possível perceber cada canção em suas minúcias.
Soma-se, ainda, o fato de as músicas estarem muito bem enganchadas, modo com o qual amenizam a possível sensação de repetição. Um bom exemplo é a sequência onde a animada "Creatures" dá lugar à balada "Orchestra of Breathing" que segue com "Put Pain to Paper", caminho para a retomada do ritmo mais intenso.
E é essa habilidade do trio que faz com que as músicas sejam capazes de despertar uma energia jovial acompanhada da vontade de cantar os refrões como se o mundo inteiro pudesse ouvir a sua juventude. Em um disco onde praticamente todas as faixas possuem grande potencial para single (e para grudar na sua cabeça), acaba sendo difícil citar algum destaque, embora a música "Do You Get What You Pray For" registre um dos sons mais pesados e crus.
O álbum possui um grande potencial para atrair mesmo as pessoas que não costumam ouvir bandas do estilo. Resta agora aos fãs e observadores aguardarem os próximos passos de uma das bandas que já se tornou querida de conhecidos músicos e promete ganhar ainda muito mais espaço em sua cena.
O trio composto por Steven Battelle (vocal e guitarra), Alan Williamson (guitarra base e backing vocals), e Mark Gibson (bateria, percussão e backing vocals) apresenta um som marcante pela sua força e jovialidade, sem torná-los clichês ou cansativos. As faixas são interessantes desde os primeiros segundos, o que nos prende não somente à música atual, mas também à curiosidade pelas que estão por vir. A própria faixa inicial, "Obey the rules you lose", já serve como uma pequena amostra do que podemos esperar no restante do CD: melodias e letras que, junto da voz incomum de Battelle, tornam a vontade de cantar junto muito difícil ser contida.
"Uforia (The Dark)", "Vesuvius" e "The Downside of Heaven Is the Upside of Hell" são alguns dos exemplos que mostram com clareza uma das grandes façanhas do grupo: reunir canções diversificadas e bastante singulares. Ainda assim, a sonoridade do álbum está impregnada com as características da banda (e do estilo que seguem) o instrumental post-harcore, com refrões grudentos que dificilmente entediam. Para aqueles que se permitem gostar da banda é comum dizer que é possível perceber cada canção em suas minúcias.
Soma-se, ainda, o fato de as músicas estarem muito bem enganchadas, modo com o qual amenizam a possível sensação de repetição. Um bom exemplo é a sequência onde a animada "Creatures" dá lugar à balada "Orchestra of Breathing" que segue com "Put Pain to Paper", caminho para a retomada do ritmo mais intenso.
E é essa habilidade do trio que faz com que as músicas sejam capazes de despertar uma energia jovial acompanhada da vontade de cantar os refrões como se o mundo inteiro pudesse ouvir a sua juventude. Em um disco onde praticamente todas as faixas possuem grande potencial para single (e para grudar na sua cabeça), acaba sendo difícil citar algum destaque, embora a música "Do You Get What You Pray For" registre um dos sons mais pesados e crus.
O álbum possui um grande potencial para atrair mesmo as pessoas que não costumam ouvir bandas do estilo. Resta agora aos fãs e observadores aguardarem os próximos passos de uma das bandas que já se tornou querida de conhecidos músicos e promete ganhar ainda muito mais espaço em sua cena.
Enviado por Leticia Pusti em 13/07/2012 (Sexta-feira), 05:28






















