Se por trás de uma grande banda, sempre há um grande produtor, os garotos do Vivendo do Ócio embarcaram nas idéias de Rafael Ramos e Chuck Hipólitho para lançarem mais um grande disco para
a prateleira do rock nacional e mostrar que o legado Bahia do Rock ainda está vivo naqueles que compõem a nova geração.
O Pensamento é um Imã é um disco que mostra a mesma sonoridade crua do Nem Sempre Tão Normal (disco anterior da banda), porém com uma variação rítmica e autoral viajando entre as expectativas diárias ao ar regionalista nostálgico. Nostalgia que está presente na faixa que leva esse título ao nome da canção, música que contou com uma participação discreta de Pitty e Martin, Agridoce. Mesmo sentimento pode ser encontrado na sexta faixa do disco, a bela canção Radioatividade, que tem letra e técnica sonora na mesma linhagem da mencionada anterior.
Mais clichê e Dois Mundos entram para o lado que trata de uma versatilidade musical, a primeira delas com participação de Dadi, Novos Baianos. Enquanto Silas, Bomba Relógio e o Mundo é um Parque entram para o lado de destaque por mostrarem a música coesa, com riffs técnicos e levada dançante que está sempre presente na obra do VDO.
Não menos direta, Eu gastei e Tudo que eu Quero tem a ousadia de mostrar o talento de Luca Bori também nos vocais e apresentam um ritmo mais rápido e não menos divertido, deixando claro que o disco pode ser ouvido de ponta a ponta, sem interrupções.
Um disco que vem sendo bem trabalhado, explorando todos os hits possíveis e lançando belos video-clipes para acompanhar a divulgar o potencial da obra. Pode ser considerado o melhor disco do ano por premiações e acredito que não deve deixar de ser ouvido.
O Pensamento é um Imã é um disco que mostra a mesma sonoridade crua do Nem Sempre Tão Normal (disco anterior da banda), porém com uma variação rítmica e autoral viajando entre as expectativas diárias ao ar regionalista nostálgico. Nostalgia que está presente na faixa que leva esse título ao nome da canção, música que contou com uma participação discreta de Pitty e Martin, Agridoce. Mesmo sentimento pode ser encontrado na sexta faixa do disco, a bela canção Radioatividade, que tem letra e técnica sonora na mesma linhagem da mencionada anterior.
Mais clichê e Dois Mundos entram para o lado que trata de uma versatilidade musical, a primeira delas com participação de Dadi, Novos Baianos. Enquanto Silas, Bomba Relógio e o Mundo é um Parque entram para o lado de destaque por mostrarem a música coesa, com riffs técnicos e levada dançante que está sempre presente na obra do VDO.
Não menos direta, Eu gastei e Tudo que eu Quero tem a ousadia de mostrar o talento de Luca Bori também nos vocais e apresentam um ritmo mais rápido e não menos divertido, deixando claro que o disco pode ser ouvido de ponta a ponta, sem interrupções.
Um disco que vem sendo bem trabalhado, explorando todos os hits possíveis e lançando belos video-clipes para acompanhar a divulgar o potencial da obra. Pode ser considerado o melhor disco do ano por premiações e acredito que não deve deixar de ser ouvido.
Enviado por Felipe Mendonça em 29/07/2012 (Domingo), 18:24
























