Sugar Kane e Kosslowski no Beco 203
16/08/2012 - Beco 203 - São Paulo/SP
Em plena quinta-feira, dia 16, rolou aqui em São Paulo especificamente na rua Augusta, a primeira apresentação do Sugar Kane na cidade, em turnê de lançamento do DVD gravado ao vivo em Fortaleza. O Beco foi o cenário perfeito para ilustrar esse momento de reinicio na estrada.
Para abrir os shows dessa nova caminhada, a banda que vai andar junto se chama KOSSLOWSKI. Os alemães foram responsáveis pelo aquecimento do ambiente esfumaçado que não tava lotado (sold out), porém, tinha um público considerável para um dia de meio de semana em que a maioria trampa no dia seguinte.
Exatamente as 00:45hs, a banda deu início ao aquecimento que foi bem empolgado da parte deles. Já na segunda música, o vocalista salta do palco e canta agitando de todas as formas com aqueles que estavam mais próximos; entrando em rodas; jogando água nas pessoas; promovendo a desordem e o caos.
Após o guitarrista David Kosslowski agradecer a presença de quem estava ali, demonstrando muita satisfação em tocar naquele lugar e para aquelas pessoas, boa parte do público seguiu a mesma energia de palco apresentada por eles durante muitos momentos. Brutal é uma palavra bem apropriada para definir o que fizeram até 1:21hs da matina.
Já é sexta e nada melhor para os que não tem o que fazer, o que resta é puteiro, fumar e beber com o Sugar Kane. A banda sobe ao palco as 1:42hs puxado por Alexandre Capilé (vocal e guitarra), André Dea (bateria), Flávio Guarnieri (baixo), Rick Mastria (guitarra solo e backing vocal).
O show começa apocalíptico com Todos nós vamos morrer, mas a banda que comemora 15 anos de carreira ainda tinha muito para viver e mostrar naquele palco. Nesse embalo os fãs aqueceram bem a voz no backing vocal de A maquina que sonha colorido, a intensidade da seqüência aumentou ainda mais com Rock Falido, em uma pegada mais visceral.
Rola um intervalo em que Capilé interage com uma aniversariante da platéia que ouviu os parabéns tocado pela banda e tudo mais. Essa comemoração vai longe e continua com Divinorium, com a fumaça cegando ainda mais as pessoas. Será Viver foi a trilha dessa atmosfera cada vez mais poluída artificialmente.
Quem quer ouvir música antiga?, pergunta Capilé. Vamos Seguir deu inicio ao momento nostálgico de um passado não muito distante e fez a estrutura balançar com Velocidade em uma pegada frenética seguida do antigo hit Janeiro. A energia da banda no palco batia no público e voltava em dobro, essa interação se tornou uma bola de neve sem freio. Ainda mais com a Seus ideais em uma ladeira perfeita para que Rick proclamasse a Revolução, puxada em seu wah-wah.
Definitivamente, nessa apresentação rolou um pouco de tudo. Teve até um ambiente mais dançante na Rockstar, e uma se seqüência final que contou com a participação do ex-integrante Renê Mendonça na batera.
Imaginem uma Despedida com os dois bateras tocando ao mesmo tempo. A potência desses dois motores finalizou com A Máquina, literalmente, quebrando tudo. O café do dia seguinte para quem volta a rotina valeu a pena.
Para abrir os shows dessa nova caminhada, a banda que vai andar junto se chama KOSSLOWSKI. Os alemães foram responsáveis pelo aquecimento do ambiente esfumaçado que não tava lotado (sold out), porém, tinha um público considerável para um dia de meio de semana em que a maioria trampa no dia seguinte.
Exatamente as 00:45hs, a banda deu início ao aquecimento que foi bem empolgado da parte deles. Já na segunda música, o vocalista salta do palco e canta agitando de todas as formas com aqueles que estavam mais próximos; entrando em rodas; jogando água nas pessoas; promovendo a desordem e o caos.
Após o guitarrista David Kosslowski agradecer a presença de quem estava ali, demonstrando muita satisfação em tocar naquele lugar e para aquelas pessoas, boa parte do público seguiu a mesma energia de palco apresentada por eles durante muitos momentos. Brutal é uma palavra bem apropriada para definir o que fizeram até 1:21hs da matina.
Já é sexta e nada melhor para os que não tem o que fazer, o que resta é puteiro, fumar e beber com o Sugar Kane. A banda sobe ao palco as 1:42hs puxado por Alexandre Capilé (vocal e guitarra), André Dea (bateria), Flávio Guarnieri (baixo), Rick Mastria (guitarra solo e backing vocal).
O show começa apocalíptico com Todos nós vamos morrer, mas a banda que comemora 15 anos de carreira ainda tinha muito para viver e mostrar naquele palco. Nesse embalo os fãs aqueceram bem a voz no backing vocal de A maquina que sonha colorido, a intensidade da seqüência aumentou ainda mais com Rock Falido, em uma pegada mais visceral.
Rola um intervalo em que Capilé interage com uma aniversariante da platéia que ouviu os parabéns tocado pela banda e tudo mais. Essa comemoração vai longe e continua com Divinorium, com a fumaça cegando ainda mais as pessoas. Será Viver foi a trilha dessa atmosfera cada vez mais poluída artificialmente.
Quem quer ouvir música antiga?, pergunta Capilé. Vamos Seguir deu inicio ao momento nostálgico de um passado não muito distante e fez a estrutura balançar com Velocidade em uma pegada frenética seguida do antigo hit Janeiro. A energia da banda no palco batia no público e voltava em dobro, essa interação se tornou uma bola de neve sem freio. Ainda mais com a Seus ideais em uma ladeira perfeita para que Rick proclamasse a Revolução, puxada em seu wah-wah.
Definitivamente, nessa apresentação rolou um pouco de tudo. Teve até um ambiente mais dançante na Rockstar, e uma se seqüência final que contou com a participação do ex-integrante Renê Mendonça na batera.
Imaginem uma Despedida com os dois bateras tocando ao mesmo tempo. A potência desses dois motores finalizou com A Máquina, literalmente, quebrando tudo. O café do dia seguinte para quem volta a rotina valeu a pena.
Enviado por Rodrigo Fernandes
Confira fotos desse show, por Felipe Buli:























