No Use For A Name em SP
12/05/2012 - Carioca Club - São Paulo/SP
Ontem foi dia de ir ao Carioca Club conferir mais uma passagem do No Use For a Name por
São Paulo. Particularmente gosto da idéia de ir a casa, pois no geral é sinônimo de bons shows
de rock, dessa vez não foi diferente. Sendo hardcore a minha praia, o show de NUFAN foi a
melhor opção do sábado.
Chegamos por volta das 19:00hs, o público de SP que a princípio nos fez acreditar que o show não seria dos mais cheios por conta da quantidade de gente que ali estava, nos enganou e fez a banda se deparar com casa cheia quando entraram no palco.
Por volta das 20hs, ali estavam eles, sem banda de abertura e um dia após o show de Fortaleza, -que diga-se de passagem, está de parabéns pela atitude de trazer a banda por esquema de compras coletivas por fás. O NUFAN mostraria a seguir um show coeso, sem dó de tocar músicas dos últimos quinze anos em um autêntico show de hardcore.
Abriram o show com Not Your Savior, seguido de Dumb Reminders, I want to be wrong e Angela, essa sequência foi o suficiente para levar o Carioca Club a um ápice de euforia e empolgação. Após a última dessas mencionada, o vocalista Tony Sly, falou o quão bacana era voltar ao Brasil após três anos (o último show foi no Hangar 110), apresentou o baterista Boz Rivera que entrou na banda ano passado e seguiu com Under the Garden e o público cantou junto.
Durante o show, o baixista Matt Riddle, fez algumas brincadeiras com o fato de que iriam tocar na Argentina no dia seguinte, provocando o público com aquela rivalidade tola existente entre os dois países. Tocaram também Friends of Enemy e fizeram eu me lembrar da adolescência...bom, deixa pra lá. Também não deixaram de fora Any Number Can Play, Chasing Rainbows, Straight From the Jacket, Pre-Medicated Murder, On The Outside, Why doesnt anybody like me, International You day Ufa! Tive a impressão que foi o set list pra fã nenhum botar defeito, colocaram até um cover de Misfits entre essas.
No bis, Tony voltou sozinho ao palco, fez um jingle ao público de São Paulo e emendou Let me Down , seguida de Feeding the Fire e Justified Black Eye, para encerrar. Em um show com mais de 20 músicas, o NUFAN deixou mais uma vez a satisfação transparecer em pessoas que em sua maioria vem acompanhando a banda há bastante tempo (uma faixa etária de 25 a 30 anos), que não pouparam esforços pra sair de casa e curtir um som que pode ter sido, e ainda é, presente em dias de hoje.
Chegamos por volta das 19:00hs, o público de SP que a princípio nos fez acreditar que o show não seria dos mais cheios por conta da quantidade de gente que ali estava, nos enganou e fez a banda se deparar com casa cheia quando entraram no palco.
Por volta das 20hs, ali estavam eles, sem banda de abertura e um dia após o show de Fortaleza, -que diga-se de passagem, está de parabéns pela atitude de trazer a banda por esquema de compras coletivas por fás. O NUFAN mostraria a seguir um show coeso, sem dó de tocar músicas dos últimos quinze anos em um autêntico show de hardcore.
Abriram o show com Not Your Savior, seguido de Dumb Reminders, I want to be wrong e Angela, essa sequência foi o suficiente para levar o Carioca Club a um ápice de euforia e empolgação. Após a última dessas mencionada, o vocalista Tony Sly, falou o quão bacana era voltar ao Brasil após três anos (o último show foi no Hangar 110), apresentou o baterista Boz Rivera que entrou na banda ano passado e seguiu com Under the Garden e o público cantou junto.
Durante o show, o baixista Matt Riddle, fez algumas brincadeiras com o fato de que iriam tocar na Argentina no dia seguinte, provocando o público com aquela rivalidade tola existente entre os dois países. Tocaram também Friends of Enemy e fizeram eu me lembrar da adolescência...bom, deixa pra lá. Também não deixaram de fora Any Number Can Play, Chasing Rainbows, Straight From the Jacket, Pre-Medicated Murder, On The Outside, Why doesnt anybody like me, International You day Ufa! Tive a impressão que foi o set list pra fã nenhum botar defeito, colocaram até um cover de Misfits entre essas.
No bis, Tony voltou sozinho ao palco, fez um jingle ao público de São Paulo e emendou Let me Down , seguida de Feeding the Fire e Justified Black Eye, para encerrar. Em um show com mais de 20 músicas, o NUFAN deixou mais uma vez a satisfação transparecer em pessoas que em sua maioria vem acompanhando a banda há bastante tempo (uma faixa etária de 25 a 30 anos), que não pouparam esforços pra sair de casa e curtir um som que pode ter sido, e ainda é, presente em dias de hoje.
Enviado por Felipe Mendonça
Confira fotos desse show, por Giulia Alves:



































