Titãs toca "Cabeça Dinossauro" no RJ
09/06/2012 - Circo Voador - Rio De Janeiro/RJ
Não havia melhor lugar para se divertir na madrugada de sábado, 9 de junho, para domingo, 10 de junho de 2012 no Rio de Janeiro: Circo Voador. Neste mítico espaço carioca, os Titãs se apresentaram para casa cheia, mais uma vez, e tocaram o álbum Cabeça Dinossauro na íntegra.
A noite começou muito bem com o DJ da casa mandando sons maneiros dos anos 80: tanto as bandas/artistas mais famosos (Legião, Paralamas, Ira, Lobão, Ultraje e etc.) quanto algumas das mais obscuras (Eletrodomésticos e Grafitti, entre elas) marcaram presença, tornando a espera pelo show dos Titãs bem mais agradável.
E já passava da meia-noite de domingo quando Paulo Miklos, Branco Mello, Sérgio Brito e Toni Belloto subiram ao palco, reforçados pelo baterista Mario Fabre, já mandando a clássica faixa-título: uma batida tribal adaptada do cerimonial dos índios do Xingu. E com a empolgação do público num intenso crescendo, todas as canções históricas desse álbum são executadas com perfeição. "AA UU", foi cantada por Sérgio Britto, que lembrou de um crítico musical ter falado que esta música foi a coisa mais estúpida já feita na língua portuguesa. Mas, se os Titãs foram muito criticados em sua extensa carreira, os fãs cresceram em proporção dobrada, atingindo pessoas de várias idades, como se pode ver no Circo Voador. E as músicas do álbum são tocadas sem mudanças significativas de arranjo. Algumas, como "Polícia" e "Porrada" ficaram mais aceleradas. "Polícia" então ficou hardcore até o talo, inaugurando as rodas de pogo que voltaram em A "Face do Destruidor", hino punk-hardcore obscuro, cantada de forma mais grave por Miklos. Pena que só dura pouco mais de 30 segundos.
Bom também foi poder ver ao vivo músicas desse disco pouco tocadas pelos Titãs ao longo dos anos como "Dívidas", "To Cansado" e "Igreja", esta cantada por Branco Mello. Outro ponto a destacar é como os Titãs estão tocando muito bem, com um instrumental afiadíssimo. E Branco, Miklos e Britto trocam de instrumento, dependendo da canção, como aqueles jogadores de futebol que jogam em várias posições do campo, dependendo das circunstâncias do jogo.
Com "O Que", os Titãs encerram a execução do álbum Cabeça Dinossauro. E isso tudo é apenas a primeira parte do show, que dura cerca de 45 minutos. Após um rápido intervalo os Titãs voltam e tocam por 50 minutos mais canções rock and roll de seu repertório. Nessa parte, destaque para "A Verdadeira Mary Poppins", do pesadíssimo Titanomaquia, "Diversão", "Lugar Nenhum", "Flores" e "Sonífera Ilha", canção que não estava no roteiro, como disse Branco Mello.
E coube também a Branco avisar, ao final do show, que os Titãs estavam filmando algumas apresentações dessa turnê do Cabeça Dinossauro para lançar em DVD futuramente. E falou que algumas canções seriam repetidas: Quem quiser ficar pra ver..., completou. E claro que todo mundo ficou pra ver "Cabeça", "AA UU", "Porrada", "Homem Primata" e "Polícia" serem tocadas novamente. Excelentes Bônus Tracks para um show que já era perfeito ficar ainda melhor.
A noite começou muito bem com o DJ da casa mandando sons maneiros dos anos 80: tanto as bandas/artistas mais famosos (Legião, Paralamas, Ira, Lobão, Ultraje e etc.) quanto algumas das mais obscuras (Eletrodomésticos e Grafitti, entre elas) marcaram presença, tornando a espera pelo show dos Titãs bem mais agradável.
E já passava da meia-noite de domingo quando Paulo Miklos, Branco Mello, Sérgio Brito e Toni Belloto subiram ao palco, reforçados pelo baterista Mario Fabre, já mandando a clássica faixa-título: uma batida tribal adaptada do cerimonial dos índios do Xingu. E com a empolgação do público num intenso crescendo, todas as canções históricas desse álbum são executadas com perfeição. "AA UU", foi cantada por Sérgio Britto, que lembrou de um crítico musical ter falado que esta música foi a coisa mais estúpida já feita na língua portuguesa. Mas, se os Titãs foram muito criticados em sua extensa carreira, os fãs cresceram em proporção dobrada, atingindo pessoas de várias idades, como se pode ver no Circo Voador. E as músicas do álbum são tocadas sem mudanças significativas de arranjo. Algumas, como "Polícia" e "Porrada" ficaram mais aceleradas. "Polícia" então ficou hardcore até o talo, inaugurando as rodas de pogo que voltaram em A "Face do Destruidor", hino punk-hardcore obscuro, cantada de forma mais grave por Miklos. Pena que só dura pouco mais de 30 segundos.
Bom também foi poder ver ao vivo músicas desse disco pouco tocadas pelos Titãs ao longo dos anos como "Dívidas", "To Cansado" e "Igreja", esta cantada por Branco Mello. Outro ponto a destacar é como os Titãs estão tocando muito bem, com um instrumental afiadíssimo. E Branco, Miklos e Britto trocam de instrumento, dependendo da canção, como aqueles jogadores de futebol que jogam em várias posições do campo, dependendo das circunstâncias do jogo.
Com "O Que", os Titãs encerram a execução do álbum Cabeça Dinossauro. E isso tudo é apenas a primeira parte do show, que dura cerca de 45 minutos. Após um rápido intervalo os Titãs voltam e tocam por 50 minutos mais canções rock and roll de seu repertório. Nessa parte, destaque para "A Verdadeira Mary Poppins", do pesadíssimo Titanomaquia, "Diversão", "Lugar Nenhum", "Flores" e "Sonífera Ilha", canção que não estava no roteiro, como disse Branco Mello.
E coube também a Branco avisar, ao final do show, que os Titãs estavam filmando algumas apresentações dessa turnê do Cabeça Dinossauro para lançar em DVD futuramente. E falou que algumas canções seriam repetidas: Quem quiser ficar pra ver..., completou. E claro que todo mundo ficou pra ver "Cabeça", "AA UU", "Porrada", "Homem Primata" e "Polícia" serem tocadas novamente. Excelentes Bônus Tracks para um show que já era perfeito ficar ainda melhor.
Enviado por Paulo Ricardo Schwinn
Confira fotos desse show, por Paulo Ricardo Schwinn:




































