Rancore, Medulla, Terno Rei e Ralo no Hangar 110
30/06/2012 - Hangar 110 - São Paulo/SP
Mais um sábado de muito rock e boa energia na Rua Rodolfo Miranda. Fomos conferir os shows da banda Ralo, Terno Rei, Medulla e Rancore.
As 19hs20, o trio de São Paulo da banda Ralo já estava no palco, som instrumental carregado de influências, porém difícil de concretizar rótulos. O power trio inevitavelmente me remeteu ao Macaco Bong, rock instrumental com conteúdo. Como a banda mesmo disse Somos uma banda que não canta, mas também não fala muito, fizeram um show direto para um Hangar ainda vazio.
O público ia chegando enquanto o Terno Rei começava a sua apresentação, banda que passeia pela tendência pop ao folk, uma formação que inclui teclado e percussão, além das guitarras, baixo e bateria. Estilo de som que me lembrou muito Terceira Edição e até mesmo Aerocirco. A banda tocou músicas do EP Metrópole e surpreenderam ao lançarem um cover de "Breed" do Nirvana, estilo que não ia ao encontro com a proposta apresentada pela banda até então, mas caiu muito bem para esquentar os presentes. O vocalista Ale e sua banda fizeram um bom trabalho, despertando o interesse de quem não conhecia e pode ver a banda ao vivo.
Chegou a vez do Medulla, e os cariocas trouxeram a energia habitual para São Paulo. Com o Hangar cheio fizeram todos entrar no clima de muito rock que era previsto para a noite. Músicas como A Fábrica e Movimento Barraco ensandeceram o público, e se alguém estava ali apenas para o show do Rancore, viu que a limitação não era uma boa escolha. O Medulla fez um show coeso, levantando o Hangar com os hits da banda e deixando claro que há vários fãs em comum com o público do Rancore. Eles voltam a se apresentar em São Paulo em Agosto, na festa de aniversário do Vivendo do Ócio.
Enfim, era vez dos anfitriões da noite subirem ao palco e mostrar um Rancore mais maduro, mas apresentando a mesma energia no palco que mostraram durante a turnê Liberta. Assim o disco Seiva vem consolidando de vez o Rancore no cenário do rock do Brasil.
Abriram o show com Ritual, seguida de Canto Gritando e Respeito é a Lei, e a essa altura uma grande roda já tomava o Hangar para receber Planto e Escadacronia.
Teco é um cara que sabe lidar muito bem com o público e chamar aqueles que estão ali para uma energia única durante o show. No Hangar não foi diferente. Logo após Yoga, Stress e Cafeína, que, diga-se de passagem, foi uma das músicas mais vibrantes do show, a banda fez uma parada planejada para que o público pudesse ver em primeira mão pelo telão o resultado do clipe Samba, gravado no final de maio no Carioca Club. Na volta, lançaram Samba, Escravo Espiritual e mais algumas do Seiva como, Mãe, Infinito, 5:20 e Inocentes. No último bloco do show tocaram Quarto Escuro, Seleção Natural e Álamo.
Noite costumeira de muito rock com o selo de qualidade Hangar 110, que faz os amantes de bons shows terem a certeza de que a ida até lá está sempre entre as melhores opções. Nesse sábado, as bandas Ralo, Terno Rei, Medulla e Rancore, mais uma vez fizeram com que o legado da casa permaneça, e deixaram aqueles que foram conferir voltar para casa com o sorriso estampado.
As 19hs20, o trio de São Paulo da banda Ralo já estava no palco, som instrumental carregado de influências, porém difícil de concretizar rótulos. O power trio inevitavelmente me remeteu ao Macaco Bong, rock instrumental com conteúdo. Como a banda mesmo disse Somos uma banda que não canta, mas também não fala muito, fizeram um show direto para um Hangar ainda vazio.
O público ia chegando enquanto o Terno Rei começava a sua apresentação, banda que passeia pela tendência pop ao folk, uma formação que inclui teclado e percussão, além das guitarras, baixo e bateria. Estilo de som que me lembrou muito Terceira Edição e até mesmo Aerocirco. A banda tocou músicas do EP Metrópole e surpreenderam ao lançarem um cover de "Breed" do Nirvana, estilo que não ia ao encontro com a proposta apresentada pela banda até então, mas caiu muito bem para esquentar os presentes. O vocalista Ale e sua banda fizeram um bom trabalho, despertando o interesse de quem não conhecia e pode ver a banda ao vivo.
Chegou a vez do Medulla, e os cariocas trouxeram a energia habitual para São Paulo. Com o Hangar cheio fizeram todos entrar no clima de muito rock que era previsto para a noite. Músicas como A Fábrica e Movimento Barraco ensandeceram o público, e se alguém estava ali apenas para o show do Rancore, viu que a limitação não era uma boa escolha. O Medulla fez um show coeso, levantando o Hangar com os hits da banda e deixando claro que há vários fãs em comum com o público do Rancore. Eles voltam a se apresentar em São Paulo em Agosto, na festa de aniversário do Vivendo do Ócio.
Enfim, era vez dos anfitriões da noite subirem ao palco e mostrar um Rancore mais maduro, mas apresentando a mesma energia no palco que mostraram durante a turnê Liberta. Assim o disco Seiva vem consolidando de vez o Rancore no cenário do rock do Brasil.
Abriram o show com Ritual, seguida de Canto Gritando e Respeito é a Lei, e a essa altura uma grande roda já tomava o Hangar para receber Planto e Escadacronia.
Teco é um cara que sabe lidar muito bem com o público e chamar aqueles que estão ali para uma energia única durante o show. No Hangar não foi diferente. Logo após Yoga, Stress e Cafeína, que, diga-se de passagem, foi uma das músicas mais vibrantes do show, a banda fez uma parada planejada para que o público pudesse ver em primeira mão pelo telão o resultado do clipe Samba, gravado no final de maio no Carioca Club. Na volta, lançaram Samba, Escravo Espiritual e mais algumas do Seiva como, Mãe, Infinito, 5:20 e Inocentes. No último bloco do show tocaram Quarto Escuro, Seleção Natural e Álamo.
Noite costumeira de muito rock com o selo de qualidade Hangar 110, que faz os amantes de bons shows terem a certeza de que a ida até lá está sempre entre as melhores opções. Nesse sábado, as bandas Ralo, Terno Rei, Medulla e Rancore, mais uma vez fizeram com que o legado da casa permaneça, e deixaram aqueles que foram conferir voltar para casa com o sorriso estampado.
Enviado por Felipe Mendonça
Confira fotos desse show, por Giulia Alves:






















































