Cachorro Grande, Sheila Cretina e Cretinos & Canalhas no Hangar 110
02/08/2012 - Hangar 110 - São Paulo/SP
Pra começar agosto, vulgo mês do cachorro louco, o Hangar 110 foi palco, nesta última quinta-feira, dia 02, de uma noite de rock'n'roll com a banda as Cretinos & Canalhas, Sheila Cretina e Cachorro Grande.
Abrindo a noite, a banda Cretinos & Canalhas começou sua apresentação ao som da gaita e chamou a o pequeno e ainda tímido público pra frente do palco. Com um rock'n'roll simples, bem tocado e sem firulas, do jeito que tem que ser, a banda de Barueri mandou os sons do seu álbum "Vamos Rodar até os Pneus Cairem", de 2010, que está disponível pra download no perfil da banda no TramaVirtual. O som dos caras tem influencia gringa do Motorhead e também a cara do rock tupiniquim do Matanza. Entre alguns sons, a banda mandou "Isabel", letra dedicada a uma prostituta da Rua Augusta, "Bordel", "Gaita no Bolso" e, pra fechar, o som "Mulher, Bebida e Rock'n'roll", que me pareceu ser o lema da banda.
Na sequencia, entra a banda Sheila Cretina, que me deixou com uma interrogação: o nome seria em "homenagem" a alguma ex-namorada? Enfim, não consegui perguntar. Talvez da próxima.
O que consegui vou presenciar um show extremamente empolgante e fritado. Com seu rock gritado e por muitas vezes com letras incompreensíveis, a Sheila Cretina mostrou no palco o que me pareceu uma briga de instrumentos e voz, com performances quase que epiléticas dos integrantes. Nessa briga, dava pra perceber que os caras sabiam o que estava fazendo ou são ótimos no improviso. Com influencia do punk rock, sons rápidos e pegada, recomendo ouvir o som dos quarteto no Myspace da banda. Procure pela Sheila!
E, pra começar o show do Cachorro Grande, que tal uma dose de uísque? Ou mesmo uma garrafa inteira de Red Label? O vocal Beto Bruno chega ao palco com os outros gaúchos e na mão sua garrafa de uísque, já quase pela metade. Os Cachorros mandam de primeira "Difícil de Segurar", som do novo álbum "Baixo Augusta", que a banda está em tour de divulgação. No entanto, difícil de segurar mesmo foi a guitarra do vocal, que devido a falhas do instrumento, Beto a joga no palco e fica apenas com uísque e o microfone. Uma boa troca?
Na sequencia mandam o som "Hey, Amigo" do álbum de 2004 e segundo da banda, "As Próximas Horas Serão Muito Boas" e depois "Conflitos existenciais". Nos primeiros sons já deu pra perceber: a galera realmente foi pra ver os gaúchos. Nessa hora, já cantavam e gritavam juntos. E, como cachorros educados, a banda devolvia ao público um entusiasmo musicado com solos na guitarras, boa pegada no teclado e bateria e performances com vocais berrados.
Os sons na seqüência foram "Que Loucura!", "Tudo vai mudar", "Baixo Augusta" e a música "Deixa Fudê", com o baixista Rodolfo Krieger tocando e mandando no vocal. Enquanto isso, lembra da garrafa de uísque do Beto? Ela já estava com menos da metade. E o show também.
Mas antes do fim ainda rolou sons como "A Hora do Brasil", "As Próximas Horas serão muitos Boas", o hit "Bom Brasileiro" e "A Alegria Voltou", no vocal do batera Gabriel Azambuja.
Pra fechar a noite, e acabar com a garrafa de Red Label do Beto Bruno, a banda mandou sons os "Lunático" e "Sexperienced", ambos do primeiro disco. Nem precisa dizer que a público curtiu o "remember".
E fazendo jus ao mês de agosto, os cachorros loucos Beto Bruno e o Pedro Pelotas (tecladista) mostraram rapidamente a bunda branca pra galera. Bundalelê e fim de noite!
Abrindo a noite, a banda Cretinos & Canalhas começou sua apresentação ao som da gaita e chamou a o pequeno e ainda tímido público pra frente do palco. Com um rock'n'roll simples, bem tocado e sem firulas, do jeito que tem que ser, a banda de Barueri mandou os sons do seu álbum "Vamos Rodar até os Pneus Cairem", de 2010, que está disponível pra download no perfil da banda no TramaVirtual. O som dos caras tem influencia gringa do Motorhead e também a cara do rock tupiniquim do Matanza. Entre alguns sons, a banda mandou "Isabel", letra dedicada a uma prostituta da Rua Augusta, "Bordel", "Gaita no Bolso" e, pra fechar, o som "Mulher, Bebida e Rock'n'roll", que me pareceu ser o lema da banda.
Na sequencia, entra a banda Sheila Cretina, que me deixou com uma interrogação: o nome seria em "homenagem" a alguma ex-namorada? Enfim, não consegui perguntar. Talvez da próxima.
O que consegui vou presenciar um show extremamente empolgante e fritado. Com seu rock gritado e por muitas vezes com letras incompreensíveis, a Sheila Cretina mostrou no palco o que me pareceu uma briga de instrumentos e voz, com performances quase que epiléticas dos integrantes. Nessa briga, dava pra perceber que os caras sabiam o que estava fazendo ou são ótimos no improviso. Com influencia do punk rock, sons rápidos e pegada, recomendo ouvir o som dos quarteto no Myspace da banda. Procure pela Sheila!
E, pra começar o show do Cachorro Grande, que tal uma dose de uísque? Ou mesmo uma garrafa inteira de Red Label? O vocal Beto Bruno chega ao palco com os outros gaúchos e na mão sua garrafa de uísque, já quase pela metade. Os Cachorros mandam de primeira "Difícil de Segurar", som do novo álbum "Baixo Augusta", que a banda está em tour de divulgação. No entanto, difícil de segurar mesmo foi a guitarra do vocal, que devido a falhas do instrumento, Beto a joga no palco e fica apenas com uísque e o microfone. Uma boa troca?
Na sequencia mandam o som "Hey, Amigo" do álbum de 2004 e segundo da banda, "As Próximas Horas Serão Muito Boas" e depois "Conflitos existenciais". Nos primeiros sons já deu pra perceber: a galera realmente foi pra ver os gaúchos. Nessa hora, já cantavam e gritavam juntos. E, como cachorros educados, a banda devolvia ao público um entusiasmo musicado com solos na guitarras, boa pegada no teclado e bateria e performances com vocais berrados.
Os sons na seqüência foram "Que Loucura!", "Tudo vai mudar", "Baixo Augusta" e a música "Deixa Fudê", com o baixista Rodolfo Krieger tocando e mandando no vocal. Enquanto isso, lembra da garrafa de uísque do Beto? Ela já estava com menos da metade. E o show também.
Mas antes do fim ainda rolou sons como "A Hora do Brasil", "As Próximas Horas serão muitos Boas", o hit "Bom Brasileiro" e "A Alegria Voltou", no vocal do batera Gabriel Azambuja.
Pra fechar a noite, e acabar com a garrafa de Red Label do Beto Bruno, a banda mandou sons os "Lunático" e "Sexperienced", ambos do primeiro disco. Nem precisa dizer que a público curtiu o "remember".
E fazendo jus ao mês de agosto, os cachorros loucos Beto Bruno e o Pedro Pelotas (tecladista) mostraram rapidamente a bunda branca pra galera. Bundalelê e fim de noite!
Enviado por Rodrigo Ferreira
Confira fotos desse show, por Aline Almeida:























