The Pretty Reckless em SP
04/08/2012 - HSBC Brasil - São Paulo/SP
Nesse último sábado, dia 04, quem esteve no HSBC presenciou o primeiro show que a banda americana The Pretty Reckless fez em São Paulo. Liderada por Taylor Momsen, a vocalista que é conhecida por atuar no seriado Gossip Girl, arrastou uma legião de fãs que formava uma fila bem numerosa, com ingressos completamente esgotados rolou o que chamariam na gringa de sold out.
A expectativa era grande por parte do público, muitos chegaram de manhã na fila, alguns passavam mal antes mesmo do show começar, a histeria de outros aumentava ainda mais a ansiedade de quem havia criado uma expectativa enorme para aquele momento.
O show que estava marcado para as 22hs teve um pequeno atraso de doze minutos. Para quem estava muito ansioso parecia uma eternidade, mas passou, quando as luzes se apagaram e foi anunciado o início do show, a recompensa foi uma abertura cheia de energia com a Hit me like a man.
A Taylor foi a última da banda a entrar no palco, ao entrar arrancou gritos da platéia que em alguns momentos chegava a encobrir sua voz. Com uma boa dose de carisma, ela cumprimenta os fãs antes de mandar a Since youre gone, nessa música, o indicio é de que o show seria marcado por performances contagiantes.
Realmente, da parte da Taylor, não havia desperdício algum em relação a oportunidade de interagir com aqueles que tanto gritavam seu nome antes do show começar. Na seqüência teve a tão aclamada Zombie e Miss Nothing, nessa altura do show era possível ouvir a maioria do público cantar a letra inteira a plenos pulmões.
Mais uma breve pausa entre as músicas, era o momento do guitarrista Ben Phillips puxar um pouco dos holofotes para si e ameaçar uns riffs de Back in Black do AC/DC. Esse lampejo serviu para emendar na Just Tonight que virou um coral orquestrado por Taylor - somente no começo do som - ela fez questão de deixar apenas a platéia cantar.
A banda demonstrou ter muita pegada ao vivo na Going Down, foi uma ladeira sem freio em que todos os integrantes da banda mais se entregaram na execução e performance da música. Logo a seguir, o dueto de voz entre Taylor e Ben dava o tom de Cold Blooded, em que o pedestal se transformou em uma arma de segundas intenções em suas mãos(quase uma barra de pole dance).
Parte da sensualidade ganhou um ar dramático na execução de Like a Stone, cover do Audioslave, com uma voz introspectiva que se alternava com berros. O momento seguinte é de improviso, até puxarem o segundo cover da noite, Seven nation army do White Stripes. Música ideal para um forte coro massivo de vozes.
Nessa altura do show, Taylor já se arrisca no português e pede a todos mais alto e após plugar sua guitarra da inicio a My medicine. Com direito a cuspida no palco, Make me wanna die mostra como o Rock fica bem interessante com uma mulher que no palco se liberta de concepções, muitas vezes, pré-estabelecidas.
O público começa a sentir o gostinho do fim quando Taylor para o show com a finalidade de tirar uma foto de todos que estão presentes ali. No entanto, o show continua com Factory girl e o comecinho desse som, na hora, me trouxe algo dos anos 90 que me lembrou L7. Mas, logo voltei para 2012 e presenciei um final de música bem barulhento.
Parecia o fim do show, a banda sai do palco dando sinais de despedida. Entretanto, os fãs começam a gritar o nome de Taylor e alguns minutos depois todos foram premiados com mais uma tentativa dela falar português: Temos mais um som. Cante conosco.
Quem estava lá cantou Theres nothing left to loose no bis, com um pouco mais de uma hora de show The Pretty Reckless se despede dos Zombies de São Paulo.
A expectativa era grande por parte do público, muitos chegaram de manhã na fila, alguns passavam mal antes mesmo do show começar, a histeria de outros aumentava ainda mais a ansiedade de quem havia criado uma expectativa enorme para aquele momento.
O show que estava marcado para as 22hs teve um pequeno atraso de doze minutos. Para quem estava muito ansioso parecia uma eternidade, mas passou, quando as luzes se apagaram e foi anunciado o início do show, a recompensa foi uma abertura cheia de energia com a Hit me like a man.
A Taylor foi a última da banda a entrar no palco, ao entrar arrancou gritos da platéia que em alguns momentos chegava a encobrir sua voz. Com uma boa dose de carisma, ela cumprimenta os fãs antes de mandar a Since youre gone, nessa música, o indicio é de que o show seria marcado por performances contagiantes.
Realmente, da parte da Taylor, não havia desperdício algum em relação a oportunidade de interagir com aqueles que tanto gritavam seu nome antes do show começar. Na seqüência teve a tão aclamada Zombie e Miss Nothing, nessa altura do show era possível ouvir a maioria do público cantar a letra inteira a plenos pulmões.
Mais uma breve pausa entre as músicas, era o momento do guitarrista Ben Phillips puxar um pouco dos holofotes para si e ameaçar uns riffs de Back in Black do AC/DC. Esse lampejo serviu para emendar na Just Tonight que virou um coral orquestrado por Taylor - somente no começo do som - ela fez questão de deixar apenas a platéia cantar.
A banda demonstrou ter muita pegada ao vivo na Going Down, foi uma ladeira sem freio em que todos os integrantes da banda mais se entregaram na execução e performance da música. Logo a seguir, o dueto de voz entre Taylor e Ben dava o tom de Cold Blooded, em que o pedestal se transformou em uma arma de segundas intenções em suas mãos(quase uma barra de pole dance).
Parte da sensualidade ganhou um ar dramático na execução de Like a Stone, cover do Audioslave, com uma voz introspectiva que se alternava com berros. O momento seguinte é de improviso, até puxarem o segundo cover da noite, Seven nation army do White Stripes. Música ideal para um forte coro massivo de vozes.
Nessa altura do show, Taylor já se arrisca no português e pede a todos mais alto e após plugar sua guitarra da inicio a My medicine. Com direito a cuspida no palco, Make me wanna die mostra como o Rock fica bem interessante com uma mulher que no palco se liberta de concepções, muitas vezes, pré-estabelecidas.
O público começa a sentir o gostinho do fim quando Taylor para o show com a finalidade de tirar uma foto de todos que estão presentes ali. No entanto, o show continua com Factory girl e o comecinho desse som, na hora, me trouxe algo dos anos 90 que me lembrou L7. Mas, logo voltei para 2012 e presenciei um final de música bem barulhento.
Parecia o fim do show, a banda sai do palco dando sinais de despedida. Entretanto, os fãs começam a gritar o nome de Taylor e alguns minutos depois todos foram premiados com mais uma tentativa dela falar português: Temos mais um som. Cante conosco.
Quem estava lá cantou Theres nothing left to loose no bis, com um pouco mais de uma hora de show The Pretty Reckless se despede dos Zombies de São Paulo.
Enviado por Rodrigo Fernandes
Confira fotos desse show, por Marcela Návia:





































