Joan Of Arc e Againe em SP
10/08/2012 - Sesc Belenzinho - São Paulo/SP
O cenário é o mesmo, shows de rock, mas desta vez a casa é outra, Sesc Belenzinho. A unidade do Sesc abriu suas portas para receber as bandas Joan of Arc dos Estados Unidos e os paulistanos do Againe.
O show aconteceu dentro de um espaço chamado Comedoria, um grande restaurante com palco centralizado e uma ótima estrutura, além da qualidade do som. O que poderia soar como um lugar estranho criou o clima, para que o Againe subisse ao palco para fazer a abertura da noite.
A banda que vem da época 90s, há pouco anunciou seu retorno, depois de anos de hiato. O grupo tem papel importante na cena independente, participou de diversas coletâneas nacionais e internacionais, além de shows na América do Sul, tudo isso em uma época em que a internet ainda não dominava.
Ao vivo, mostram que não perderam a forma, atraindo os fãs mais antigos e até alguns mais novos à frente do palco que cantaram todas as músicas e abriram pequenas rodas ao som de Para um Homem, Bullet entre outras. Um vocalista agitado e integrantes em sintonia, um show curto, porém muito bem executado, mostrando que o Againe ainda tem muito a oferecer, e está de volta para fazer jus ao seu espaço no underground.
O Joan of Arc é uma banda, digamos, curiosa. Liderada pelo emblemático Tim Kinsella, que já fez parte do Capn Jazz e outros grupos, o Joan of Arc é o que podemos chamar de alternativo ou experimental, é uma banda de mil títulos e ao mesmo tempo nenhuma definição.
São cinco músicos em palco, que se apresentam de forma discreta, mas bem enérgica. Cada integrante com seu (ou seus) instrumento (s) faz um show a parte, e o resultado é muito interessante. As músicas são longas, alternam entre a calmaria e o barulho, os instrumentais muito bem trabalhados, algumas das canções não tem voz, e o que poderia ser cansativo, soa muito bem aos ouvidos.
A sonoridade é uma grande mistura, vai do simples rock ao jazz, do folk ao pós punk, e você ainda encontra outros estilos ali misturados, porque os arranjos são os mais variados, do baixo a três guitarras, da bateria e bongô ao popularmente conhecido reco-reco. Um experimento de sons e ritmos.
Tim Kinsella solta um Obrigado, agradece ao público presente e diz que não irá conversar muito para aproveitar o tempo para tocar. E assim fizeram, tocando músicas de toda a carreira, sem muitos intervalos, o que agradou bastante os fãs.
Um grupo de amigos ao meu lado, conversavam e um deles pergunta: -Qual deles é o mais maneiro?, e nenhum deles consegue responder. Compreensível, porque cada membro da banda toca de forma tão singular, criando um conjunto e uma apresentação que todo fã de música deveria ter a oportunidade de ver. Até mesmo porque o Joan of Arc me soa melhor ao vivo do que em álbuns.
Tim agradece mais uma vez a participação do público, e a banda deixa o palco, os fãs pedem por mais e eles voltam -Ainda temos doze minutos. anuncia Tim. Mais três músicas são tocadas, e em uma delas o baixista troca de lugar com o guitarrista/percussionista mostrando ainda mais a diversidade da banda. Encerram mais uma vez a apresentação, agradecendo novamente a presença dos fãs.
O show aconteceu dentro de um espaço chamado Comedoria, um grande restaurante com palco centralizado e uma ótima estrutura, além da qualidade do som. O que poderia soar como um lugar estranho criou o clima, para que o Againe subisse ao palco para fazer a abertura da noite.
A banda que vem da época 90s, há pouco anunciou seu retorno, depois de anos de hiato. O grupo tem papel importante na cena independente, participou de diversas coletâneas nacionais e internacionais, além de shows na América do Sul, tudo isso em uma época em que a internet ainda não dominava.
Ao vivo, mostram que não perderam a forma, atraindo os fãs mais antigos e até alguns mais novos à frente do palco que cantaram todas as músicas e abriram pequenas rodas ao som de Para um Homem, Bullet entre outras. Um vocalista agitado e integrantes em sintonia, um show curto, porém muito bem executado, mostrando que o Againe ainda tem muito a oferecer, e está de volta para fazer jus ao seu espaço no underground.
O Joan of Arc é uma banda, digamos, curiosa. Liderada pelo emblemático Tim Kinsella, que já fez parte do Capn Jazz e outros grupos, o Joan of Arc é o que podemos chamar de alternativo ou experimental, é uma banda de mil títulos e ao mesmo tempo nenhuma definição.
São cinco músicos em palco, que se apresentam de forma discreta, mas bem enérgica. Cada integrante com seu (ou seus) instrumento (s) faz um show a parte, e o resultado é muito interessante. As músicas são longas, alternam entre a calmaria e o barulho, os instrumentais muito bem trabalhados, algumas das canções não tem voz, e o que poderia ser cansativo, soa muito bem aos ouvidos.
A sonoridade é uma grande mistura, vai do simples rock ao jazz, do folk ao pós punk, e você ainda encontra outros estilos ali misturados, porque os arranjos são os mais variados, do baixo a três guitarras, da bateria e bongô ao popularmente conhecido reco-reco. Um experimento de sons e ritmos.
Tim Kinsella solta um Obrigado, agradece ao público presente e diz que não irá conversar muito para aproveitar o tempo para tocar. E assim fizeram, tocando músicas de toda a carreira, sem muitos intervalos, o que agradou bastante os fãs.
Um grupo de amigos ao meu lado, conversavam e um deles pergunta: -Qual deles é o mais maneiro?, e nenhum deles consegue responder. Compreensível, porque cada membro da banda toca de forma tão singular, criando um conjunto e uma apresentação que todo fã de música deveria ter a oportunidade de ver. Até mesmo porque o Joan of Arc me soa melhor ao vivo do que em álbuns.
Tim agradece mais uma vez a participação do público, e a banda deixa o palco, os fãs pedem por mais e eles voltam -Ainda temos doze minutos. anuncia Tim. Mais três músicas são tocadas, e em uma delas o baixista troca de lugar com o guitarrista/percussionista mostrando ainda mais a diversidade da banda. Encerram mais uma vez a apresentação, agradecendo novamente a presença dos fãs.
Enviado por Ursula Karina
Confira fotos desse show, por Daniel Salsicha:




































